segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021

TREINAMENTO AERÓBIO NA ZONA LIPOLÍTICA CONTRIBUEM PARA SEU EMAGRECIMENTO

 

Controlar a frequência cardíaca pode ajudar na perda de peso

 
Ter os hormônios regulados,fazer exercícios físicos e manter uma alimentação equilibrada é um dos segredos para perder alguns quilinhos indesejáveis. Mas o que muitas pessoas não sabem é que aliar o controle da frequência cardíaca com a atividade física pode ajudar na hora de perder peso.Segundo o clínico geral e fisiologista do exercício João Pinheiro esse monitoramento evita que o atleta exceda os seus limites.

Desta forma o Especialista e Fisilogista Nelson Fonseca (Nelson Personal Treinamento Customizado), salienta que essa importância de moldurar os exercícios e prescrever individualizado e monitoar na zona alvo,zona Lipolítica vai contribuir tanto para o emagrecimento,quanto para a diminuição do Stress entre outros benefícios aliado a boa alimentação e qualidade de sono.

  A utilização da frequência cardíaca no Exercício físico pode ser muito útil já que é possível determinar a zona de treino em que um atleta se encontra, ajudando a regular a intensidade do esforço realizado, controlar o nível de recuperação durante os intervalos e após finalizar a sua atividade. Assim, como forma de controle de treino, entender e saber utilizar a frequência cardíaca pode contribuir para o rendimento físico e também para o emagrecimento.

Na hora da atividade física é importante checar sua pulsação várias vezes para assegurar que está na intensidade correta. Na dúvida, diminua a velocidade ou até pare se precisar.

- O ideal é se exercitar de acordo com a periodização da avaliação física individualizada  prescrita  pelo profissional de educação física para aumentar o metabolismo do corpo e começar o processo de usar mais gordura como fonte de energia. E não se esqueça de verificar sempre a sua frequência cardíaca com a ajuda de aparelhos - (monitores cardíacos - fequencímetros)

Além de diminuir a gordura corporal, a frequência cardíaca também ajuda na redução da pressão arterial, colesterol e diminui o risco de doenças degenerativas etc.

Pesquisas científicas comprovaram que o nível de intensidade (bpm) combinado com a duração do exercício e o tempo de recuperação provocam efeitos no organismo, desde a perda de peso até a melhoria do condicionamento aeróbico.

Alguns benefícios do treinamento Aeróbico

Reduz a gordura Corporal/Mantém baixas as porcentagens de gordura corporal

Aumenta a capacidade do corpo de queimar gordura durante o exercício e nos períodos de descanso

Melhora o bem-estar cardiovascular

Reduz a pressão sanguínea, colesterol,glicemia e os riscos de problemas cardíacos

 

Como medir a frequência cardíaca?

A frequência cardíaca pode ser medida por meio de um monitor cardíaco, composto por uma cinta com sensores, colocado na altura do peito, e um relógio que recebe as informações no visor. Além disso, ela também pode ser medida manualmente em diferentes partes do corpo:

 Frequência cardíaca no punho

Esta é a pulsação medida na parte de dentro do pulso. Abaixo da linha do polegar e em direção à palma da mão você irá sentir o pulso da artéria radial. Com o indicador e o dedo médio da mão esquerda, pressione suavemente essa área no punho direito até que perceba o pulsar do fluxo de sangue.

 Frequência cardíaca no pescoço

Para medir a pulsação na carótida utilize dois dedos, de preferência o indicador e o médio, na lateral do pescoço, no espaço entre a traqueia e o músculo do pescoço. Pressione levemente até sentir a pulsação. Essa região apresenta receptores de pressão que regulam a frequência cardíaca. Dessa forma, quando é pressionada, recebemos a informação de aumento de pressão e a resposta é de queda da frequência.

Cada exercício físico tem a sua frequência cardíaca

Não é porque você aprendeu a medir a sua frequência cardíaca que já pode usá-la com o objetivo de perder peso em todos os exercícios. Pelo contrário. João Pinheiro revela que cada atividade física tem uma frequência cardíaca diferente.

- Isso ocorre porque a intensidade dos exercícios muda, os exercícios que agem só na articulação terão uma FC menor com relação aos exercícios que trabalham todo o corpo de forma integrada.

 O exercício físico quando é realizado de maneira objetiva e segura sem sobrecarregar o coração e o SNC,  você terá resultados muito bom, e o seu corpo e a sua saúde irão andar juntos  dentro nos Padrões de Normalidade. No entanto para tudo isso você terá que trabalhar numa zona de treinamento, e essa zona é chamada de Lípolítica (queima de gordura).

 

Mais uma pergunta por onde sai a gordura é pela ruina? 

 Nutrientes como proteínas, glicose e gordura, só são eliminados na urina em caso de falência da função renal. É função dos rins filtrar o sangue, eliminando toxinas e manter no organismo substâncias que são essenciais ao metabolismo."

Muitos tratamentos estéticos que estão sendo oferecidos no mercado, prometem acabar com a gordura localizada eliminando- a pelas fezes e pela urina.

Acontece que os rins e os intestinos não são responsáveis por esse tipo de eliminação, já que a gordura é um nutriente do corpo. Nutrientes como proteínas, glicose e gordura, só são eliminados na urina em caso de falência da função renal. É função dos rins filtrar o sangue, eliminando toxinas e manter no organismo substâncias que são essenciais ao metabolismo.

Da mesma forma, os intestinos não eliminam gordura pelas fezes, a não ser em condições patológicas ou por ação medicamentosa. As células intestinais não reabsorvem a gordura do corpo, e sim, a gordura que está dentro do intestino que vem dos alimentos ingeridos. Se os intestinos eliminassem gordura, não haveria pessoas obesas.

As reduções de medidas verificadas imediatamente após uma drenagem linfática são causadas pela redução do edema no local da aplicação. Todos nós possuímos líquidos acumulados em diversas partes do corpo. Com a drenagem, esses líquidos são eliminados pela urina ou redistribuídos pelo corpo. Já a gordura continua na corrente sanguínea para ser utilizada como forma de energia. Se essa gordura não for queimada será novamente armazenada no corpo,a melhor alternativa e saudável é planejamento de exercício fiisco elaborado por um peofissional de educação física capacitado,um planejamneto alimentar elaborado por um Nutricionista e check-ups com seu médico para atingir resultados satisfatórios.


ZONA DE AERÓBICA REGENERATIVA (RESTAURAÇÃO

Iniciantes / Grupos especiais

 Após um período de afastamento ou treino exaustivo

ZONA AERÓBICA LIPOLÍTICA

Melhorar condicionamento físico

 programa de emagrecimento

ZONA AERÓBICA GLICOLÍTICA (Limiar Aeróbico)

Aumenta a performance e melhora o VO2

 Dificuldade de treinamento p/ o aluno iniciante

 Fonte energética o glicogênio

ZONA DE LIMIAR ANERÓBICO

Para atletas que buscam resultados

- Método intervalado

- Aumento da capacidade em metabolizar o ácido lático

 Agora vamos ensinar a calcular a sua frequência cardiaca:

Fórmula de Karvonen

Confira como funciona o método para determinar a zona de treinamento

O método é considerado um dos mais efetivos para determinar as zonas de treinamento, ou seja, intenso, moderado, leve, por considerar a freqüência cardíaca basal, que representa como está seu condicionamento físico atual. O atleta pode utilizar a fórmula para seguir uma planilha com indicação de ritmo e, em vez de calcular a porcentagem sugerida com base na freqüência cardíaca máxima, aplica-se a fórmula para ter o número de batimentos cardíacos que representa melhor o esforço a ser estimulado.


Para colocar em prática esta fórmula é preciso aferir sua freqüência cardíaca basal (durante repouso, logo que acorda) e saber sua freqüência cardíaca máxima. O ideal é que esse número referencial seja aferido em um teste de laboratório (teste ergométrico) ou de campo (teste dos 3 km). Mas, se não houver possibilidade, pode-se usar a fórmula 220 – idade = FC Máx.

Já para saber sua FC basal (freqüência cardíaca basal), localize ao acordar seus batimentos cardíacos e conte-os durante 1 minuto. Faça isso por três dias e some estes valores dividindo-os por três.

FC 1 + FC 2 + FC 3 = X
X / 3 = FC basal

Então aplique a fórmula de Karvonen:
FC Máx – Fc Basal = Y
Y x 0, % + FC basal = Freqüência de treinamento

Exemplo:
Delfim, de 53 anos, começou a treinar e seu treinador indicou uma faixa de treinamento de 75% da FC Máx. Ele aferiu freqüência basal e obteve os seguintes resultados:
1º dia – 55 bpm
2º dia – 52 bpm
3º dia – 56 bpm

A freqüência cardíaca basal é 55 + 52 + 56 / 3 = 54,3

A freqüência cardíaca máxima é 220 – 53 = 167

Esforço de 75% segundo Karvonen:

167 – 54,3 = 112,7

112,7 x 0,75 + 54,3 = 139 bpm

A segunda e que eu utilizo é essa .

 

Freqüência Cardíaca de Treinamento através da freqüência cardíaca de reserva

FCR = FCMÁX-FCREP

FCt = [(FC de Reserva) x %] + FCrepouso

Limite inferior 

Limite superior

Freqüência Cardíaca Máxima ee

Vamos aqui  colocar um exemplo de um indivíduo com a idade 37 anos

FCmáx = 220 – 37 =183

FCmáx = 183 – 12 => 171

FCmáx = 183 + 12 => 195

ZONA ALVO DE TREINO
Através da FC de Reserva  (Karvonen

FC de Reserva = (FCmáx – FCrepouso)

FC de Reserva inf = (171 – 115) = 56

FC de Reserva Sup = (195 – 115) = 80

FCt = [(FC de Reserva) x %] + FCrepouso

Intensidade = 50 %

ZONA ALVO DE TREINO

Limite Inf = [(56)  x 0,50] + 115 = 143 bpm

Limite Sup= [(80)  x 0,50] + 115 = 155 bm

 

 

Pois bem você conferiu como fazer o processo da freqüência cardíaca ,daí depois é só você comprar um monitor cardíaco (frequencímetro ), daí então depois é só treinar na via lipolítica , não é só você comprar um monitor cardíaco e colocar no pulso e utilizar ,não é só isso não existe os calculos e os limites superiores e inferiores, o nosso treinamento customizado além de realizarmos uma avaliação completa física,funcional e clinica, medir o vo2 max entre outros e através dessa avaliação com outro recurso que possuímos da empresa Gallo personal Systems o sosftware GPA Gallo, com esse equipamento ele além de ter : Anamnese, avaliação do stress,PAR-Q, avaliação coronariana ,avaliação corporal,,avaliação aeróbica com testes de força por repetições de carga ,avaliação aeróbica com testes de pista,esteira e prescreve e periodiza o treinamento de força e prescreve e periodiza o treinamento aeróbico,com uma periodização completa e objetiva da quantidade de minutos por dia que o aluno deverá andar o correr ou pedalar no caso do aeróbio,para ele queimar as calorias ,gorduras e chegar no seu objetivo de emagrecimento e também diminuição do stress e etc.

devemos aferir sua FC de repouso, fazer um teste que possa aferir seu VO2 assim podemos informar outro detalhe, sua idade.
Medir a frequência cardíaca usando um monitor é uma boa maneira de avaliar a eficácia do seu treino, porque conforme você fortalece seu corpo através de exercícios, você também fortalece seu coração. A medição da taxa de batimentos do seu coração durante o exercício pode ajudar a determinar quando você está forçando demais seu corpo ou te mostrar quando você deve forçar mais para atingir o objetivo que você está procurando.

 por Professor Especialista Nelson Fonseca (Nelson Personal Treinamento Customizado) CREF 000733 G/TO

Profissional de Educação Física Centro Universitário UNIRG

Acadêmico de Nutrição no Centro Acadêmico UNIBTA

Pós Graduado em Fisiologia do Exercício,Biomecânica e Personal

Pós Graduado em Nutrição Esportiva na Laboro/Estácio

Credenciado na Metodologia Gallo Personal Systems Brasil

Certificado na Metodologia Treinamento Funcional Core 360

Especialista em Treinamento para Gurpos Especiais

Especialista em Emagrecimento

Fonte

 https://www.nsctotal.com.br/noticias/controlar-a-frequencia-cardiaca-pode-ajudar-na-perda-de-peso

 https://rsaude.com.br/campo-mourao/materia/gordura-sai-na-urina/3632

 https://o2porminuto.ativo.com

Gallo Personal Systems Brasil

KARVONEN, J.J.; KENTALA, E; MUSTALA, O.: (1957)

 

 

HIPERIDROSE: A DOENÇA DO SUOR EXCESSIVO

 HIPERIDROSE: A DOENÇA DO SUOR EXCESSIVO


 

Suar em um dia muito quente, por ansiedade ou quando praticamos atividade física está dentro do "normal", a sudorese é uma condição natural do nosso corpo e ajuda a manter a temperatura. Mas quando há transpiração intensa e excessiva, mesmo em repouso, a ponto de incomodar e causar desconforto ao individuo, caracteriza-se como um quadro de hiperidrose, uma condição onde as glândulas sudoriparas são hiperfuncionantes, e podem apresentar seus sintomas na infância, adolescência ou vida adulta.

 

A produção de suor tem relação direta com o controle da temperatura do corpo, mas as pessoas que desenvolvem hiperidrose apresentam uma hiperatividade das glândulas sudoríparas.

A hiperidrose é chamada de primária, ou essencial, quando não aparece relacionada a doenças como hipertireoidismo, diabetes, obesidade e alterações hormonais. Nesses casos, a hiperidrose é classificada como secundária.

Hiperidrose primária ocorre predominantemente nas regiões palmar, plantar e axilar, onde tem caráter simétrico, podendo também se manifestar no segmento craniofacial (cabeça e rosto). Pode surgir desde a infância, mas aparece com maior intensidade na adolescência, fase de grandes mudanças psicossomáticas.

A hiperidrose palmar é considerada clinicamente mais importante pelo fato de originar relevantes problemas nas esferas educacional, social, profissional e afetiva. As pessoas com esse transtorno molham todas as estruturas que tocam, dificultando a escrita, a leitura e as atividades escolares de uma maneira geral. Do ponto de vista social e afetivo, se retraem, evitando apertos de mãos, participar de festas, dançar e até mesmo namorar. Profissionalmente, a hiperidrose palmar pode incapacitar para o trabalho em vários campos da atividade humana.

A hiperidrose axilar também pode causar embaraços sociais, pois o suor escorre pelo corpo, molhando e danificando as roupas. Da mesma forma, a hiperidrose craniofacial pode se constituir em manifestação constrangedora tanto social, como profissionalmente, pois dá a impressão de insegurança.

Quais são as causas da hiperidrose?


As causas da hiperidrose ainda não são totalmente conhecidas e estudos apontam que cerca de 1% da população sofre com este distúrbio de suor, porém, acredita-se que ela seja desencadeada por conta de uma estimulação excessiva do sistema nervoso simpático, o qual é responsável pela retransmissão de impulsos emitidos por nosso sistema nervoso central. Geralmente os primeiros sintomas se iniciam na infância e os pais percebem por conta da reclamação dos pequenos e também pelos cadernos e meias molhadas, por exemplo.

 

Como é feito o diagnóstico?


O diagnóstico é clínico, baseado nos sintomas, na história do paciente, e deve avaliar a hipótese de hiperidrose secundária provocada por alguma doença de base. Apesar de não acarretar danos físicos ao acometido, ela pode desencadear problemas psicológicos e de complexidade, por exemplo.

A hiperidrose tem cura?


É preciso consultar um médico e determinar a causa da condição, diagnosticando alguma doença ou uso de medicação. No caso de hiperidrose primária, existem alguns tratamentos disponíveis, como a utilização de medicamentos específicos, aplicação de toxina botulínica e em casos mais graves a realização da Simpatectomia, um procedimento cirúrgico executado por cirurgião torácico que consiste em "desligar" o sinal que avisa ao corpo para suar excessivamente.

 

POR Professor Especialista Nelson Fonseca (Nelson Personal) CREF 000733 G/TO

 #Profissional de Educação Física CREF 000733 G/TO
#Acadêmico de Nutrição no Centro Acadêmico UNIBTA
#Especialista em Fisiologia do Exercício,Biomecânica e Personal na Laboro/Estácio
#Pós Graduado em Nutrição Esportiva
#Credenciado na Metodologia da Gallo Personal Systems Brasil
#Especialista em Emagrecimento
#Especialista em Treinamento para Grupos Especiais (cardiopatas,hipertensos,diabetes,crianças,idosos,gestantes)
#Certificado na Metodologia em Treinamento Core 360º

REFERÊNCIAS:

https://rsaude.com.br/campo-mourao/materia/hiperidrose-a-doenca-do-suor-excessivo/21735

https://douradosagora.com.br/noticias/ciencia-saude/hu-aceita-voluntarios-para-tratamento-da-hiperidrose


quinta-feira, 4 de fevereiro de 2021

COVID 19: OBESIDADE, SISTEMA IMUNOLÓGICO E EXERCÍCIO FÍSICO. ENTENDA



 

Pesquisa do Ministério da Saúde aponta que percentual de pessoas obesas no Brasil subiu de 11,8% em 2006 para 20,3% no ano passado

 

Obesidade cresce 72% entre os brasileiros em 13 anos

Obesidade e sobrepeso

Segundo a pesquisa Vigitel do Ministério da Saúde, a prevalência de excesso de peso também aumentou, considerando o período 2006-2019: passou de 42,6% em 2006 para 55,4% em 2019. Em 2019, o percentual de excesso de peso entre homens foi de 57,1% e entre mulheres, 53,9%.

“Sabemos se é obesidade ou excesso de peso pelo Índice de Massa Corpórea (IMC), que é o peso divido pelo quadrado da altura da pessoa. Esse índice até o número 25, é considerado peso normal. De 25 a 30, é o que chamamos de sobrepeso. De 30 a 35, chamamos de obesidade grau 1. De 35 a 40, obesidade de grau 2. Acima de 40, grau 3. E, acima de 50, uma grande obesidade. A intensidade da obesidade faz com que as doenças associadas sejam cada vez mais graves”, diz o presidente do departamento de obesidade da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, doutor Mário Carra.



Riscos à saúde

Recentemente, dois estudos, um da França e outro dos Estados Unidos, apontaram que a obesidade é um dos fatores de risco para a Covid-19. O excesso de peso associado à outras complicações, como diabetes, aumenta a chance do quadro do coronavírus evoluir em pessoas obesas.

Além disso, a obesidade pode prejudicar a capacidade respiratória, fortemente atacada pela Covid-19.

“O maior risco é que a obesidade provoca uma espécie de inflamação crônica no organismo. Sempre um processo infeccioso é mais grave em uma pessoa com excesso de peso ou obesidade, do que em uma pessoa com peso normal. No período de pandemia, não vai ser possível que alguém diminua o peso para reverter esse processo”, destaca o doutor Mário Carra.

A obesidade é causa de várias doenças crônicas, como hipertensão, doenças respiratórias, doenças do sono e lesões em tendões, músculos e articulações.

Comportamento social

 

De acordo com a pasta da Saúde, o aumento da obesidade e do sobrepeso no Brasil pode ser explicado por mudanças comportamentais ocorridas na sociedade nas últimas décadas, principalmente aquelas relacionadas à alimentação inadequada e ao sedentarismo.

E O EXERCÍCIO FÍSICO PODEAUXILIAR NA PREVENÇÃO DA COVID – 19

Professor Esp.Nelson Fonseca (Nelson Personal)

Sabemos que o exercício físico trás de inúmeros de benefícios para nossa saúde física, mental, Os exercícios também estão diretamente ligados à redução do estresse oxidativo, que é o desbalanço entre radicais livres e antioxidantes em nosso corpo, processo cujas consequências podem causar sérios riscos à nossa saúde, como doenças, envelhecimento precoce e morte celular.

Atividade física moderada aumenta a imunidade, ajudando no combate ao coronavírus, já treinos intensos não contribuirão para o sistema imune,

Os benefícios dos exercícios físicos são inúmeros, inclusive quando se trata da questão imunológica. O exercício físico de forma moderado e regularmente não previne o contágio do novo coronavírus, mas deixa o organismo mais resistente e protegido contra outras doenças que podem ser fatores determinantes para potencializar a ação do vírus. Fortalecendo o sistema imunológico, a resposta do organismo será mais eficiente contra diversos casos de infecção e, é também com esse propósito, que a prática de atividades físicas pode atuar. É praticamente consenso entre os estudiosos que a prática regular de atividades físicas com intensidade moderada pode ser considerada como uma aliada no aumento da imunidade.  O aumento dos linfócitos (células do sistema imunológico que atuam com a função de defender o organismo de agentes desconhecidos) extingue e neutraliza células infectadas por vírus e bactérias.

EXERCÍCIO FÍSICO E SISTEMA IMUNOLÓGICO

Relação covid-19, imunidade e exercício A imunopatologia da infecção por Sars-CoV-2 envolve tanto o sistema imune inato (células imunológicas existentes desde o momento do nascimento) quanto o adaptativo (células imunológicas adquiridas por meio da exposição e presença da memória imunológica). Após a infecção pelo vírus, ocorre uma tempestade de citocinas pró-inflamatórias —que é uma resposta imune exagerada a um estímulo externo, usualmente induzido por infecções virais, sendo que as concentrações elevadas anormais dessas citocinas levam à ativação do "crosstalk" do sistema neuroendócrino-imune, com a consequente liberação de glicocorticoides que podem prejudicar a resposta .. imune; podendo induzir a diminuição de atividade ou falência de múltiplos órgãos, envolvendo coração, fígado, rim e pulmões. Uma análise publicada feita pelo Neuroimmunomodulation (2020), pontua que a imunomodulação induzida pelo exercício parece ser dependente da interação da intensidade, duração e frequência do exercício. Em modelos humanos e animais, o exercício de longa duração (maior que 2 horas) e/ou exercício intenso (maior que 80% do consumo máximo de oxigênio, VO2máx) está associado a marcadores de imunossupressão, mostrando que exercícios de longa duração e/ou intensos podem tornar os humanos mais suscetíveis a infecções.

Um estudo realizado na Alemanha demonstrou que o dano ao DNA nas células brancas no sangue foi significativamente menor em homens ativos do que em homens sedentários, quando submetidos a um teste de corrida. Destaca-se que por consequência do exercício, a ação dos radicais livres em pessoas ativas é bem menor. Isto se deve ao fato de que a atividade física regular aumenta também os níveis de enzimas que destroem os radicais livres.

O que a literatura já sabe é que: Há uma relação entre a intensidade/duração/frequência do treino e sistema imunológico, sendo o equilíbrio sempre a melhor opção. O exercício aeróbico moderado realizado de forma regular é benéfico para o sistema imunológico. O exercício intenso/longa duração pode ter um efeito depressor temporário sobre o sistema imune, criando uma "janela aberta" e consequente risco de infecções.... 


 

Exercícios como prevenção

 



A prática regular do exercício físico atua como um modulador do sistema imune, de forma a estruturar progressivamente a resposta fisiológica à minimização do dano. Durante a atividade física, uma série de citocinas pró e anti-inflamatórias são liberadas, há incremento na circulação de linfócitos, assim como no recrutamento celular. Tais efeitos levam ao melhor controle da resposta inflamatória, reduzem os hormônios do estresse, e resultam em menor incidência, intensidade de sintomas e mortalidade frente a ocorrência de infecções virais, especialmente as respiratórias.

 

Diferentes estudos sugerem que o exercício físico regular reduz a mortalidade para pneumonia, incluindo por influenza, e favorece as funções cardiorrespiratórias, resposta vacinal, metabolismo da glicose, lipídeos e insulina. Pesquisadores sugerem que a prática do exercício físico, tanto de forma aguda quanto crônica, apresenta o benefício significativo da modulação da inflamação sistêmica, além de contribuir para controle do peso corporal. Tem-se o conhecimento que o melhor efeito modulatório está relacionado com a maior regularidade, intensidade, tipo e duração do esforço ao longo do tempo.

Sabe-se também que os exercícios físicos de moderada intensidade, realizados ≥ 3 vezes por semana com duração de 45-60 minutos e/ou 50-70% do consumo máximo de oxigênio, estimulam a imunidade celular por meio de aumento da liberação de IL-2, recrutamento de células Natural killer (NK), redução do estresse oxidativo, elevação da concentração de leucócitos (30-120 min após a atividade física persistindo até 24 horas), e estímulo ao IFN-γ e supressão de IL-1β, IL-6, e TNF-α, proporcionando uma melhor imunovigilância. Os exercícios dinâmicos com maior atributo cardiorrespiratório promovem a mobilização e redistribuição de linfócitos efetores, mediadas por catecolaminas. A contração muscular, por si só, é responsável pelo aumento transitório dos níveis de IL-6, de maneira proporcional à duração da atividade física e a quantidade de massa muscular recrutada. O aumento dos níveis dessa citocina parece aumentar os níveis de citocinas anti-inflamatórias, como IL-10, liberadas pelas células da imunidade inata. A IL-10 também está associada com o aumento da sensibilidade à insulina e o metabolismo glicêmico.

Os quatro maiores fatores de risco Após analisarem os registros de saúde de quase 40% da população adulta da Inglaterra, que têm mais de 161 mil casos de covid-19 registrados, segundo o European Centre for Disease Prevention and Control, os cientistas confirmaram que os principais fatores que aumentam o risco de morrer pela doença são:

Idade: pessoas com mais de 80 anos possuem centenas de vezes mais chance de óbito, em comparação com quem tem menos de 40 anos. Na Inglaterra, mais de 90% das mortes ocorreram em pessoas com mais de 60 anos.

Ser homem: quando comparados com mulheres da mesma idade, indivíduos do sexo masculino têm mais risco de morrer ao serem infectados

pelo coronavírus. Na Inglaterra, homens representam 60% dos óbitos.

 Doenças crônicas: pessoas com obesidade, diabetes, asma grave e problemas cardiovasculares (como pressão alta) também possuem maior o risco, em comparação a quem não tem essas comorbidades.

 Ser negro, do sul da Ásia ou pertencer a minorias étnicas: o estudo confirmou que pessoas desses grupos têm probabilidade muito maior de morte, em comparação aos brancos. Os pesquisadores ingleses não conseguiram estabelecer os motivos, e apontam que apenas uma parte da elevação do risco é explicada pela maior prevalência de doenças cardiovasculares ou diabetes nessa população.-


    




Por Professor Especialista Nelson Fonseca  (Nelson Personal)

#Profissional de Educação Física CREF 000733 G/TO

#Acadêmico de Nutrição no Centro Acadêmico UNIBTA

#Especialista em Fisiologia do Exercício,Biomecânica e Personal na Laboro/Estácio

#Pós Graduado em Nutrição Esportiva

#Credenciado na Metodologia da Gallo Personal Systems Brasil

#Especialista em Emagrecimento

#Especialista em Treinamento para Grupos Especiais (cardiopatas,hipertensos,diabetes,crianças,idosos,gestantes)

#Certificado na Metodologia em Treinamento Core 360º

REFERÊNCIAS:

https://jmonline.com.br/novo/?noticias,7,SA%C3%9ADE,196190

https://www.rededorsaoluiz.com.br/instituto/idor/novidades/exercicio-fisico-pode-evitar-desenvolvimento-de-sintomas-graves-de-covid-19

https://www.uol.com.br/vivabem/colunas/paola-machado/2020/08/19/covid-19-exercicio-e-imunologia.htm

https://pebmed.com.br/o-exercicio-fisico-no-combate-a-covid-19/

https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2020/07/11/pesquisa-confirma-os-4-fatores-que-aumentam-risco-de-morte-por-covid-19.htm

 



quinta-feira, 27 de agosto de 2020

IRISINA O HORMÔNIO DO EXERCÍCIO QUE QUEIMA GORDURA,COMBATE O ALZHEIMER,TEM POTENCIAL TERAPÊUTICO para casos de Covid-19


 IRISINA O HORMÔNIO DO EXERCÍCIO QUE QUEIMA GORDURA,COMBATE O ALZHEIMER,TEM POTENCIAL TERAPÊUTICO para casos de Covid-19

 Para muitas pessoas, praticar exercícios físicos ainda é uma atividade muito penosa e difícil de ser executada com frequência. No entanto, existem vários motivos para incluir a atividade física no cotidiano. Um deles é o efeito de um hormônio chamado irisina. 

 

A irisina é um hormônio produzido pelos músculos quando praticamos atividade física e ela é responsável pela transformação da gordura ruim em gordura marrom (aquela que acelera o metabolismo e continua queimando após o treino regular).

Além disso, a irisina também é responsável pela liberação de algumas enzimas essenciais para o metabolismo, inclusive no combate ao Alzheimer. É por este motivo que a irisina voltou a cair na mídia recentemente.

Os estudos com esse hormônio começaram em 2012, mas apenas relacionados ao emagrecimento e à prática de atividade física. Agora, novos estudos mostram que a irisina também tem efeito contra o Alzheimer, pois além de proteger o cérebro, ela ajuda a restaurar a memória perdida com a doença.

 

Vamos aprender sobre isso e também como aumentar a produção de irisina no organismo.

O que é irisina?

O nome irisina, foi dado a este hormônio em alusão à deusa “Íris”, que significa “mensageira”.

Antes esse hormônio era associado apenas à queima de gordura, mas um grupo de cientistas da Universidade Federal do Rio de Janeiro descobriu que a irisina também é responsável pela comunicação dos neurônios no cérebro e também para formar memórias.

Diferente da maioria dos hormônios que são produzidos por glândulas, a irisina é um hormônio produzido pelos músculos ao praticarmos exercícios físicos. Esse hormônio tem sido muito estudado não só por pesquisadores de Harvard, nos Estados Unidos, mas também por muitos médicos e nutricionistas que ajudam seus pacientes a emagrecerem.

 

O Dr. Fábio Pisani, por exemplo, explica como a irisina funciona no emagrecimento. Primeiro ele explica que existem 2 tipos de gordura: a branca (depósito de calorias) e a marrom (altamente metabólica). Quando nascemos, a presença de gordura marrom em nosso corpo é maior e vai diminuindo à medida que envelhecemos.

Em testes realizados com camundongos submetidos à atividade física regular ao longo de 3 semanas, os cientistas observaram não só aumento na quantidade de irisina no organismo deles, mas também uma alteração bioquímica nas células de gordura branca, as quais tiveram a quantidade de mitocôndrias aumentada em 20 vezes.

 Não é a toa que a irisina é considerada o hormônio do esporte! Lembrando ainda que a prática de atividade física constante deve ser associada à uma alimentação adequada, para que a queima de gordura seja feita de forma eficaz e saudável.

 

Existe ainda a possibilidade de desenvolver medicamentos à base de irisina ou de seus mecanismos para pessoas com Alzheimer ou que não podem praticar exercícios, como deficientes físicos. No entanto, essa alternativa ainda não está disponível no mercado devido aos estudos que ainda estão sendo realizados.

Sendo assim, a melhor forma de aproveitar dos benefícios da irisina tanto no emagrecimento como no combate ao Alzheimer é a prática regular de exercícios físicos, uma vez que eles atuam não só na prevenção da perda de memória, como também na restauração da memória perdida, segundo afirma Sérgio Ferreira, autor da pesquisa e professor dos institutos de Biofísica e de Bioquímica Médica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

 Estudo conduzido na Universidade Estadual Paulista (Unesp) sugere que o hormônio irisina, liberado pelos músculos durante a atividade física, pode ter efeito terapêutico em casos de Covid-19. Ao analisar dados de expressão gênica de células adiposas, os pesquisadores observaram que a substância tem efeito modulador em genes associados à maior replicação do novo coronavírus (Sars-CoV-2) dentro de células humanas.

 Professor Especialista Nelson Personal: Os artigos só vem arfirmar o que nós profissionais de educação física e demais profissionais da saúde sempre falamos sobre a relevância do exercício físico para promoção da saúde,e prevenção de patologias. Portanto é fundamental antes de iniciar um planejamento de exercício físico  realizar uma avaliação física para que o profissional de educação física possa moldurar o seu exercício,avaliando e periodizando, com os principais componentes para ser exercício e não atividade física e para isso tem que ter: Modalidade,frequência semanal,duração,gasto calórico,intensidade e uma progressão.Por fim associar com os exercícios uma alimentação saudável,água,vitaminas,minerais e um sono reparador.

Obs: treine monitorado na zona alvo,na sua zona alvo (Lipolítica),se caso não tiver um monitor ,você pode treinar na precepção de eesforço (escala de Borg), dúvida entre contato comigo

no wtshap: 063992188030 

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