quinta-feira, 18 de julho de 2019

MELATONINA,MAIS DO QUE UM HORMÔNIO DO SONO!

"O nosso comprometimento com profissional da saúde com uma bagagem de conhecimentos e ainda em busca de mais bagagem de conhecimentos,é de poder contribuir com a nossa profissão "Educação Física",e também com a sociedade,para que as pessoas possam viver e saber viver de maneira alegre,feliz e conhecendo meios saudável para sua saúde."(Professor Especialista Nelson Personal)

A verdade é que, cada vez mais, a melatonina é vista como uma espécie de super-remédio, porque descobriu-se que é eficaz também para quem quer emagrecer, protege contra os danos causados pelo acidente vascular cerebral, auxilia no controle da hipertensão e da diabetes e reduz as crises de enxaqueca.(Dr Lair Ribeiro)

 (Last Updated On: 11/02/2018)
A melatonina é uma molécula antiga e onipresente na natureza, apresentando múltiplos mecanismos de ação e funções em praticamente todo organismo vivo. Em mamíferos a melatonina funciona como um hormônio e um cronobiótico, desempenhando importante papel na regulação da ordem temporal circadiana interna (RELÓGIO BIOLÓGICO). A melatonina, conhecida como “o hormônio do sono”, regula os ciclos circadianos (dormir-acordar), sendo a sua produção estimulada pela escuridão e inibida pela luz.
Diferentemente dos hormônios dependentes do eixo hipotálamo-hipofisário, a produção de melatonina não está sujeita a mecanismos de retroalimentação (feed back negativo)  sendo que, portanto, a sua concentração plasmática não regula sua própria produção, isto quer dizer que usar melatonina  de forma exógena não influencia na produção endógena da mesma
A escuridão é o requisito absoluto para a sua produção e liberação e a luz rapidamente suprime a sua síntese. Esta é a razão da concentração de melatonina no sangue e nas células ser 3 a 10 vezes maior à noite. Quando o indivíduo acorda e recebe a luz intensa do sol da manhã a melatonina se transforma em serotonina, hormônio do bom humor. A melatonina também é produzida na retina e no trato gastrointestinal.
Durante o envelhecimento a produção de melatonina sofre um declínio gradual. Nas pessoas com idade superior a 75 anos, o seu ritmo de síntese nas 24 horas é somente uma pequena fração daquele observado nas pessoas de 20 a 30 anos, o que faz atribuir à melatonina um possível papel nas fases iniciais e no desenvolvimento das doenças degenerativas da idade.
Diversos estudos já relacionaram distúrbios do sono a problemas de saúde, incluindo maiores riscos de depressão, obesidade , diabetes e câncer. Porém, são poucos aqueles que conseguiram explicar de que forma isso acontece — a maioria apenas identificou uma maior prevalência dessas condições em pessoas que dormem mal.

A redução da produção de melatonina pode ser atribuída a vários fatores, como a carência nutricional, a associação de substâncias químicas e remédios, o estresse e o processo de envelhecimento. Sob estresse, o indivíduo passa a produzir mais cortisol e adrenalina, que por sua vez também levam à produção de radicais livres, tornando as células mais propensas à ocorrência de uma lesão.


A produção de melatonina depende ainda do triptofano. Este aminoácido está em alimentos como leite e laticínios, nozes, castanhas e batatas. Também em frutas como banana e abacate, que são ricas em triptofano e auxiliam o organismo na fabricação de melatonina.
Se você quer que a melatonina ajude-o a ter um bom sono, é necessário ter uma rotina diária. Procure fazer as refeições na mesma hora de cada dia, dormir e acordar no mesmo horário assim outras tarefas do seu dia. Isso auxilia seu organismo a produzir melatonina sempre no mesmo horário.
A estratégia funciona também para abater jet lag. Se o sono ficar bagunçado com a mudança de fuso horário, tente manter outros fatores constantes para acertá-lo. Também já foi comprovado por estudos, que a administração de melatonina pela manhã, reduz o efeito do jet lag.

MELATONINA COMO ANTIOXIDANTE E ANTIENVELHECIMENTO

A melatonina faz mais do que ajudar você a ter um bom sono. O hormônio também é um antioxidante bastante potente. “Comparado com outras substâncias da mesma categoria, como as vitaminas E e C, a melatonina é mais eficaz em prevenir danos celulares provocados por radicais livres
Outro estudo realizado por uma equipe de pesquisadores espanhóis, chefiada por Darío Acuña Castroviejo, diretor da Rede Nacional de Investigação do Envelhecimento, da Universidade de Granada. O estudo, que se baseou na análise de ratos normais e geneticamente modificados, concluiu que “os primeiros sinais de envelhecimento em tecidos animais começam aos cinco meses (nos ratos) – equivalente a 30 anos nas pessoas – por aumento dos radicais livres (oxigênio e nitrogênio), que causam uma reação inflamatória”, segundo o pesquisador.
Esse “estresse oxidativo”, acrescentou, tem efeitos no sangue dos animais, já que se provou que “as células sanguíneas se tornam mais frágeis com os anos e as suas membranas mais vulneráveis a rupturas”. Ao administrar pequenas quantidades de melatonina aos animais, os investigadores observaram não só que essa substância neutralizava o estresse oxidativo e o processo inflamatório causado pelo envelhecimento, como retardava os seus efeitos, aumentando por isso a longevidade.
A investigação concluiu que a administração crônica de melatonina em animais a partir do momento em que deixam de produzir essa substância (aos cinco meses nos filhotes de rato) ajuda a combater todo o processo de envelhecimento. Do mesmo modo, o consumo diário de melatonina pelos humanos a partir dos 30 ou 40 anos poderá prevenir – ou pelo menos retardar – doenças relacionadas com o envelhecimento, os radicais livres e os processos inflamatórios.

MELATONINA E ENXAQUECA

Uma pesquisa brasileira mostrou que a melatonina, hormônio produzido no nosso cérebro que atua na regulação do sono e do relógio biológico, é eficaz na prevenção de enxaqueca em pessoas que têm crises com frequência. Segundo o estudo, coordenado por Mario Peres, neurologista do Hospital Albert Einstein e da Escola Paulista de Medicina, pílulas contendo a substância parecem ser melhores para evitar as fortes dores de cabeça do que um dos medicamentos mais utilizados atualmente com essa finalidade, a amitriptilina.
O neurologista acredita que os resultados de sua pesquisa têm potencial para tornar possível a aprovação da substância no mercado brasileiro. E não somente isso: “Nosso estudo é um trabalho grande, randomizado e que compara a melatonina a outro remédio e ao placebo. É o primeiro grande estudo que mostra que o hormônio funciona e é seguro na prevenção da enxaqueca. É uma base científica consistente para que os médicos passem a recomendar a substância no tratamento do problema”, afirmou Peres.
Na enxaqueca, níveis diminuídos de melatonina e alteração na sua curva de secreção foram detectados. Clinicamente, crises podem ocorrer à noite, mudanças de ritmo de sono desencadeiam crises de enxaqueca, pacientes com enxaqueca dormem menos, têm latência de sono maior,e mais despertares noturnos. Estudo em duzentos pacientes com enxaqueca episódica e crônica revelou que pacientes que mudaram seu horário de sono, ou relataram viagens cruzando fusos horários, relataram piora das crises. Foi relatada em pacientes com enxaqueca crônica alteração dos níveis de melatonina com avanço do seu pico, níveis menores em insônia, apontando para uma disfunção cronobiológica.

MELATONINA E OBESIDADE

Evidências experimentais demonstram que a melatonina é necessária para a síntese, secreção e ação apropriadas da insulina. A melatonina age regulando a expressão da GLUT4 e/ou disparando, via receptores de membrana acoplados à proteína G, a fosforilação do receptor de insulina e seus substratos intracelulares, ativando a via de sinalização da insulina.
Além disso, a melatonina é responsável pelo estabelecimento de um balanço energético adequado, principalmente pela ativação do tecido adiposo marrom e pela participação no processo de transformação do tecido adiposo branco em marrom.
A redução na produção da melatonina, como durante o envelhecimento, turnos de trabalho noturnos e/ou de madrugada ou ainda ambientes iluminados durante a noite, induzem resistência à insulina, intolerância à glicose, distúrbios do sono e desorganização do metabolismo circadiano, caracterizando um estado de cronorruptura que leva à obesidade.
Os pesquisadores do departamento de Fisiologia e Biofísica do instituto de Ciências Biomédicas da USP, do Laboratório de Farmacologia do Instituo Butantan e do Departamento de Biologia Celular e Estrutural do UT Health Science Center, San Antonio, no Texas (EUA) concluíram, em um trabalho publicado no J. Pineal Res. 2014, que as evidências disponíveis apoiam a sugestão de que a terapia de reposição da melatonina pode contribuir para restaurar um estado mais saudável do organismo
Uma dose de melatonina antes, pode aumentar a utilização de carboidratos durante exercício
A despeito de a falta de pesquisa sobre exercícios, várias revisões defendem o uso da melatonina para combater síndrome metabólica. Portanto, este estudo comparou a utilização do substrato durante os 30 minutos de um protocolo de exercícios graduados, após a ingestão de 6 mg de melatonina ou placebo. Os participantes (12 mulheres, 12 homens) realizaram os estágios 1-5 do protocolo de exercícios graduados de Naughton (6 minutos por estágio).
O protocolo foi repetido 4 vezes (2x M, 2x P) na mesma hora do dia com uma semana separando cada sessão. Os gases expirados foram monitorados e o volume de oxigênio e a taxa de troca respiratória (RER) foram obtidas a cada 30 segundos. De acordo com os resultados obtidos, os pesquisadores chegaram à conclusão que a ingestão de melatonina 30 minutos antes de um exercício aeróbico aumenta o uso de carboidratos durante o exercício.

MELATONINA E CÂNCER

As primeiras correlações entre a glândula pineal e o combate ao câncer datam do final do século XIX , quando alguns médicos já ofereciam extratos de pineal a seus pacientes oncológicos. Em estudo pioneiro realizado em 1981, foi injetado o DMBA (7, 12-dimetil-benzo-antraceno), substância que estimula o aparecimento de câncer de mama, em um grupo de ratas divididas em um grupo que receberia a MELATONINA e outro não. Ao fim de noventa dias, 50% das ratas que não receberam MELATONINA apresentaram tumores, ao passo que nenhuma rata que recebeu o hormônio desenvolveu tumores. Cessada a administração de MEL ao grupo tratado, 20% dos animais apresentaram tumores. Foi observada a redução de 31% da MEL na urina de mulheres com câncer de mama, além da redução do pico noturno do hormônio em pacientes com esta doença. Observou-se crescimento de tumores e tendência à metastatização após a pinealectomia ( retirada da glandula pineal) . Em 1987 o primeiro ensaio clínico para avaliação da resposta do hormônio em humanos foi realizado por Lissoni et al., que utilizaram a MEL no tratamento de 20 pacientes com tumores avançados, com resposta positiva em 6 pacientes.

MELATONINA E CÂNCER DE MAMA

Uma pesquisa realizada por cientistas da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp) em colaboração com colegas do Hospital Henry Ford de Detroit, em Michigan, nos Estados Unidos, e publicado em janeiro na revista PLoS One, esclareceu que essa capacidade do hormônio se deve ao papel que ele pode desempenhar no controle da formação de novos vasos sanguíneos a partir da vasculatura já existente do tumor, denominada angiogênese.O estudo foi desenvolvido no âmbito do projeto “Avaliação da angiogênese em resposta ao tratamento com melatonina no câncer de mama: estudo in vitro e in vivo”, realizado com apoio da FAPESP.“Constatamos que a melatonina consegue inibir o crescimento tumoral e a produção de células cancerosas, além de bloquear a formação de novos vasos sanguíneos do tumor em modelos animal [in vivo] e celular [in vitro]”, disse Debora Aparecida Pires de Campos Zuccari, professora da Famerp e coordenadora do projeto, à Agência FAPESP.
A melatonina inibe as células-tronco no câncer de mama
As células-tronco cancerígenas (CSCs) representam um desafio no tratamento do câncer, uma vez que estas células podem impulsionar o crescimento tumoral e são resistentes à quimioterapia. A melatonina exerce os seus efeitos oncostáticos através da via do receptor de estrógeno (ER) em células cancerosas, no entanto a sua ação em CSCs não está clara. Um trabalho realizado por pesquisadores da UNESP conjuntamente com pesquisadores da Michigan State University, avaliou o efeito da melatonina sobre a regulação do marcador de células-tronco OCT4 pelo receptor de estrógeno em células-tronco tumorais mamárias, após o tratamento com estrógeno (E2) e bisfenol A (BPA). Para o estudo, as células de câncer de mama humano MCF-7 e MDA-MB-231 foram submetidas ao cultivo tridimensional de mamosferas, representando as células-tronco. Foram avaliados o crescimento celular bem como a expressão de OCT4 e ERα, assim como a atividade de ligação de ERa ao OCT4. O aumento no número e tamanho das mamosferas induzidos por E2 ou BPA foi reduzido pelo tratamento da melatonina. Além disso, a ligação de ERa ao OCT4 foi reduzida, acompanhada por uma redução da expressão de OCT4 e ERα. Assim, o tratamento com melatonina se mostrou eficaz contra a proliferação de BCSCs in vitro atuando na a via do receptor de estrógeno, demonstrando o seu potencial uso terapêutico no câncer de mama.

MELATONINA E DIABETES TIPO 2

Mas uma pesquisa feita no Hospital Brigham and Women, da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, concluiu que a diminuição da secreção de melatonina, está relacionada a uma chance maior de desenvolver diabetes tipo 2 em adultos. Segundo os pesquisadores, essa é a primeira vez em que a produção do hormônio é associada à doença. A melatonina é um hormônio fundamental para regular o relógio biológico de uma pessoa e assim, controlar o sono, a fome e diversas funções do organismo. Os autores relataram no artigo que mesmo entre pessoas que não apresentam diabetes, baixos níveis noturnos de melatonina estão relacionados a um aumento da resistência à insulina. A conclusão foi publicada no periódico The Journal of the American Medical Association (JAMA).

MELATONINA, DERMATITE ATÓPICA E DISTÚRBIOS DO SONO

Distúrbios do sono são comuns em crianças com dermatite atópica (DA), mas ainda está faltando uma gestão clínica eficaz para esta problemática. Níveis séricos reduzidos de melatonina foram associados aos distúrbios do sono e ao aumento da gravidade da doença em crianças com DA. A melatonina também tem propriedades indutoras de sono e anti-inflamatórias, portanto, pode ser útil para a gestão clínica da DA.
Para avaliar a eficácia da suplementação de melatonina na melhora dos distúrbios do sono e gravidade da doença em crianças com DA, pesquisadores de Taiwan realizaram um ensaio clínico randomizado, duplo-cego e controlado com placebo, para estudar crianças e adolescentes entre 1 e 18 anos de idade, com diagnóstico médico de DA envolvendo pelo menos 5% de área da superfície corporal total. Quarenta e oito crianças foram tratadas com melatonina (3mg/d durante 4 semanas) ou placebo, sendo que 38 destas (79%) completaram o período de testes.
O principal resultado avaliado foi o grau de gravidade da DA, utilizando-se o Índice de Dermatite Atópica (SCORAD), com escores variando de 0 a 103 e os maiores escores indicando piores sintomas. Os resultados secundários incluíram variáveis do sono medidas por polissonografia e por actigrafia, alterações subjetivas no sono, níveis urinários noturnos de 6-sulfatoximelatonina e níveis séricos de IgE.
A polissonografia registra as ondas cerebrais, o nível de oxigênio no sangue, frequência cardíaca e respiratória, assim como os movimentos dos olhos e nas pernas durante o estudo. Ajuda a diagnosticar distúrbios do sono e é usada para ajustar o plano de tratamento, em pacientes diagnosticados com distúrbio do sono. A actigrafia, por sua vez, é um método não invasivo de monitoramento do ciclo atividade-repouso. O actígrafo é semelhante a um bracelete ou relógio de pulso pequeno, que deve ser usado pelo prazo de dias a semanas. Assim se obtém informações sobre os horários habituais de sono a partir da movimentação do paciente. Terminado o estudo, o actígrafo é devolvido à clínica, que analisa os dados gravados e interpreta seu significado. Usado também para investigar certas formas de insônia, ou em situações onde a polissonografia não é possível.
Os resultados obtidos pelos pesquisadores demonstraram que após o tratamento com melatonina entre as 48 crianças incluídas no estudo, o índice SCORAD diminuiu 9,1 em comparação com o placebo.  Além disso, a latência para o início do sono diminuiu em 21,4 minutos após o tratamento com melatonina em comparação com o placebo. A melhora no índice SCORAD não se correlacionou significativamente com a alteração na latência do início do sono. Nenhum paciente retirou-se devido a eventos adversos e nenhum evento adverso foi relatado ao longo do estudo. Os autores do estudo concluíram que a suplementação com melatonina é uma maneira segura e eficaz para melhorar a latência do início do sono e a gravidade da doença em crianças com DA.
 Por Professor Especialista Nelson Fonseca (Nelson Personal) CREF 000733 G/TO
*Profissional de Educação Física
*Especialista em Fisiologia do Exercício,Biomecânica e Personal
*Especialista em Nutrição Esportiva 
*Especialista para Treinamento para Grupos Especiais
*Credenciado na Metodologia da Gallo Personal Systems Brasil 
*Certificado na Metodologia em Treinamento Funcional Core 360º
*Programa de Emagrecimento Saudável Orientado 58 dias (P.E.S.O)
*Curso de reabilitação e fortalecimento de joelho com o prof dr Fernado Fernandes
*Cursos de atualização em Personal Trainer com o prof dr André Fernandes
*Curso em Personal Trainer com prof e dr e personal das celebridades José Carlos Gallo
*Curso de hipertrofia e de dieta para musculação com o prof e dr Paulo Gentil e e a dra Nutricionista  Arícia Mota Arantes  
*Curso de Fisiculturismo e entre outros.

FONTE
 http://www.robertofrancodoamaral.com.br/blog/melatonina-mais-do-que-um-hormonio-do-sono/

Referências

Melatonin Secretion and the Incidence of Type 2 Diabetes
http://jamanetwork.com/journals/jama/fullarticle/1674239
Melatonina, aminoácidos e a fisiopatologia da enxaqueca:a ponta ou o fragmento do iceberg?
http://miltonmarchioli.com.br/artigos/neurologia/cefaliatria/MELATONINA,AMINOACIDOSEAFISIOPATOLOGIADAENXAQUECA-APONTAOUOFRAGMENTODOICEBERG.pdf
A Glândula Pineal e o Metabolismo de Carboidratos
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0004-27302000000400009&script=sci_arttext&tlng=pt
Melatonina e câncer – revisão da literatura Melatonin and cancer – a review of the literature
http://www.medicinabiomolecular.com.br/biblioteca/pdfs/Cancer/ca-3188.pdf
Melatonin, energy metabolism, and obesity: a review. 
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24654916
Effect of Melatonin on Tumor Growth and Angiogenesis in Xenograft Model of Breast Cancer.
http://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0085311
Pesquisa esclarece como a melatonina pode inibir o câncer de mama
http://agencia.fapesp.br/pesquisa_esclarece_como_a_melatonina_pode_inibir_o_cancer_de_mama/18843/
Melatonin Supplementation for Children With Atopic Dermatitis and Sleep Disturbance: A Randomized Clinical Trial. 
http://jamanetwork.com/journals/jamapediatrics/fullarticle/2470860
Melatonin decreases estrogen receptor binding to estrogen response elements sites on the OCT4 gene in human breast cancer stem cells
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4979593/
A Pre-Exercise Dose of Melatonin Can Alter Substrate Use During Exercise
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5685071/

sexta-feira, 29 de março de 2019

PORQUE NÃO TOMAR REFIGERANTES:5 razões para não tomar refrigerante









Mesmo que você não saiba por que, com certeza sabe que refrigerante não faz bem. Desprovido de qualquer valor nutricional, essa água açucarada engorda, leva à obesidade e diabetes, além de outros vários males que não recebem muita atenção nas discussões de saúde, mas que listamos aqui na esperança de lhe recrutar para o lado do suco natural, chá e outras bebidas mais saudáveis. Confira:

1 – Envelhecimento acelerado
Normal, diet, light ou zero, todos os refrigerantes de cola contêm fosfato, ou ácido fosfórico, um ácido que dá ao refri seu sabor típico e aumenta seu tempo de prateleira. Embora ele exista em muitos alimentos integrais, tais como carne, leite e nozes, ácido fosfórico em excesso pode levar a problemas cardíacos e renais, perda muscular e osteoporose, e um estudo sugere que poderia até provocar envelhecimento acelerado.

O estudo, publicado em 2010, descobriu que os níveis de fosfato encontrados em refrigerantes fizeram com que ratos de laboratório morressem cinco semanas mais cedo do que os ratos cujas dietas tinham níveis normais de fosfato. Pior ainda é a tendência preocupante dos fabricantes de refrigerantes de aumentar os níveis de ácido fosfórico em seus produtos ao longo das últimas décadas.

2 – Pode causar câncer
Em 2011, a instituição sem fins lucrativos Centro de Ciência para o Interesse Público solicitou à Administração de Alimentos e Drogas americana para proibir o corante artificial caramelo usado para fazer Coca-Cola, Pepsi e outros refrigerantes marrons. O motivo: dois contaminantes na coloração, 2-metilimidazole e 4-metilimidazol, que já causaram câncer em animais. De acordo com uma lista proposta na Califórnia de 65 de produtos químicos conhecidos por causar câncer, apenas 16 microgramas por pessoa por dia de 4-metilimidazol é o suficiente para representar uma ameaça de câncer. Qualquer refrigerante (normal, diet, zero) contêm 200 microgramas por 570 ml.

3 – Dentes podres e problemas neurológicos
Nos EUA, dentistas até deram o nome de um refrigerante (boca “Mountain Dew”) para uma condição que eles veem em um monte de crianças que o bebem demais. Elas acabam com a boca cheia de cáries causadas por níveis de açúcar em excesso.

Além disso, um ingrediente chamado óleo vegetal bromado, ou BVO, adicionado para evitar que o aroma separe-se da bebida, é um produto químico industrial usado como retardador de chamas em plásticos. Também encontrado em outros refrigerantes e bebidas esportivas baseados em citros, o produto químico tem sido conhecido por causar distúrbios de memória e perda nervosa quando consumido em grandes quantidades. Os pesquisadores também suspeitam que o produto químico se acumula na gordura do corpo, podendo causar problemas de comportamento, infertilidade e lesões nos músculos do coração ao longo do tempo.

4 – Latas tóxicas
Não é apenas o refrigerante que causa problemas. Quase todas as latas de alumínio de refrigerante são revestidas com uma resina chamada bisfenol A (BPA), usada para impedir os ácidos do refrigerante de reagir com o metal. BPA é conhecida por interferir com os hormônios e tem sido associada a tudo, de infertilidade a obesidade a algumas formas de câncer. E, enquanto a Pepsi e a Coca-Cola estão atualmente envolvidas em uma batalha para ver qual empresa pode ser a primeira a desenvolver uma garrafa de plástico 100% baseada em plantas que elas estão divulgando como “sem BPA”, nenhuma a empresa está disposta a retirar a substância das latas de alumínio.

5 – Poluição da água
Os adoçantes artificiais utilizados em refrigerantes diet não quebram em nossos corpos, e nem o tratamento de águas residuais consegue separá-los los antes que entrem nos cursos de água. Em 2009, cientistas suíços testaram amostras de água tratada, rios e lagos na Suíça e detectaram níveis de acessulfame K, sucralose e sacarina em todos, substâncias usadas em refrigerantes diet. Um teste recente em abastecimentos de água municipal nos EUA também revelou a presença de sucralose em todos os 19 estudados. Não está claro ainda o que esses níveis encontrados podem fazer com as pessoas, mas pesquisas anteriores concluíram que a sucralose em rios e lagos interfere com os hábitos de alimentação de alguns organismos.

Por Professor Especialista Nelson Personal Fitness

Fonte:
http://www.ecologiamedica.net/2012/04/5-razoes-para-nao-tomar-refrigerante.html


 http://hypescience.com/5-razoes-para-nao-tomar-refrigerante/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2Fxgpv+%28HypeScience%29

domingo, 24 de março de 2019

A IMPORTÂNCIA DE TREINAR MEMBROS SUPERIORES E INFERIORES NA MUSCULAÇÃO






A nossa nova  matéria de hoje vai especialmente para o sexo feminino, especificamente aquelas mulheres que não gosta de treinar membros superiores os terríveis braços e adora e só, e treinar apenas membros inferiores (pernas e glúteos). Sabemos que não é a só as mulheres que não gosta de treinar os membros superiores, tem alguns homens que não treina membros inferiores, mais o nosso foco hoje é o treino para as mulheres.
Vejamos bem aquelas mulheres que não tem aquela vontade de treinar: peito,costas ,ombros triceps,bíceps. Muitas repostas dessas mulheres eu tenho facilidade de ganhar massa muscular ,e não quero ficar com músculos, ficar musculosa.
A reposta é não, você não vai ficar musculosa como vocês pensa, o trabalho dos membros inferiores e superiores em dias de treinos diferentes, vai contribuir para o descanso necessário dos grupamentos musculares, pois sabemos que o descanso é o fator relevante para seu ganho muscular.
Outros benefícios de vocês mulheres treinarem os membros superiores vai contribuir, para enriquecer e tonificar a musculatura, o treinamento resistido a musculação para membros superiores do corpo também vai prevenir ou ajudar nos desvios posturais.
Para realizar treinamentos de membros superiores tais como: agachamento,stiff,afundamentos entre outros você vai precisar ter os membros superiores fortalecidos, e trabalhando os membros superiores trás benefícios estéticos,funcionais e posturais.
Além disso as mulheres tem menos massa muscular do que os homens e se as mulheres não treinar esses membros vai perder ainda mais ,e quando ficar idoso vai ter complicações pois o idosos com a idade vai perdendo massa muscular, isso pode acarretar várias complicações com a saúde ,como a osteoporose e sarcopenia.Além disso a quantidade da testosterona nas mulheres são menores e principalmente nos membros superiores.
Resumindo o treinamento de membros superiores não vai deixar as mulheres masculinizadas isso é um mito.
Fica imprescindível que o profissional de educação física oriente os seus alunos e clientes sobre a importância de treinar os dois membros (superiores e inferiores),explicando os benefícios do treino e o fator descanso e explicar sobre processo catabólico,Overtraining. Por fim eu espero lhe ter contribuindo com essas informações,estaremos trazendo outros temas importantes para contribuir com a educação física , saúde e o bem estar da sociedade.
Por: Professor Especialista Nelson Fonseca (Nelson Personal Fitness)
Profissional de Educação Física CREF 000733 G/TO
Especialista em Fisiologia do Exercício, Biomecânica e Personal
Especialista em Nutrição Esportiva
Especialista para Grupos Especiais(Cardiopatas,diabéticos,hipertenso,crianças ,gestantes e ,idosos)
Credenciado na Metodologia Gallo Personal Systems Brasil
Certificado na metodologia Treinamento Funcional Core 360

segunda-feira, 11 de março de 2019

POSIÇÃO DE TRENDELENBURG: SAIBA COMO DORMIR BEM E RELAXAR MAIS COM ESSA SUPER TÉCNICA.









A posição de Trendelenburg é uma variação da posição de decúbito dorsal onde a parte superior do dorso é abaixada e os pés são elevados. Mantém as alças intestinais na parte superior da cavidade abdominal. Posição utilizada para cirurgias de órgãos pélvicos e laparotomia de abdome inferior. Ela recebe esse nome em homenagem ao cirurgião alemão Friedrich Trendelenburg (1844-1924) que a descreveu.

Posição de Trendelenburg ,essa posição se caracteriza, os pés estão mais elevados do que a cabeça, se você chegar em casa,deitar no sofá e colocar os pés para cima, só o fato de você fazer isso ,você estimula o seu parassimpático, nós temos dois sintomas nervoso autônomo atuante, o simpático durante o dia e o parassimpático durante a noite. Quem não consegue se desligar do simpático não dorme, porque dormir é parassimpático.Se você tem dificuldade de se desligar, a recomendação é você chega em casa, arrume uma posição que os seus pés, fique mais alto do que sua cabeça. Esse pés mais alto do que a cabeça, em questão de minutos começa a equilibrar o seu parassimpático simpático naquela noite você vai dormir bem melhor.
Quem descobriu isso foi o Dr Trendelenburg,essa posição é usado em hospital, é usado para tratar tarquicardia supraventricular etc.





 

POSIÇÃO DE TRENDELENBURG

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

FALTA DE AR DURANTE OU APÓS EXERCÍCIOS?ENTÃO CONFERE AS DUAS REPOSTAS SOBRE ESSE ASSUNTO.

Algumas pessoas sente falta de ar, dor no peito,durante ou após exercícios físicos e isso precisa ser averiguado, pois diversos problemas pulmonares podem se apresentar sob a forma de falta de ar, uma delas é o broncoespasmo induzido pelo exercício (BIE). É bom entender a diferença entre asma e broncoespasmo induzido pele, pois muitas pessoas pensam que apenas por sentir falta de ar tem asma, mas não é bem assim. Entenda os sintomas do BIE:SINTOMAS
Os sintomas de BIE são falta de ar, aperto no peito, tosse, chiado ou fôlego curto por um longo período após o exercício. Eles aparecem geralmente 5 a 8 min depois de um exercício vigoroso, porém, em alguns casos podem surgir de 4 a 12 horas após o episódio inicial. Os sintomas podem desaparecer espontaneamente dentro de 30 a 60 minutos ou nos casos que eles aparecem tardiamente pode ser necessária a inalação de broncodilatadores.

PROBLEMA QUE AFETA MUITAS PESSOAS

Estima-se que 12 a 15% da população geral é afetada por BIE, sendo que 40% das crianças com rinite alérgica, mas que não apresentam asma clínica, tem BIE. A prevalência de BIE é maior em indivíduos asmáticos e se não tratado pode limitar a performance, principalmente de atletas e comprometer a vida normal. Mas com um tratamento e uma boa abordagem médica é possível competir e seguir as atividades físicas normalmente. Alguns estudos demonstraram atletas dos Estados Unidos nos Jogos Olímpicos de Los Angeles. Dos 597 participantes 67 apresentaram asma ou BIE, porém conseguiram competir e ainda obtiveram medalhas, inclusive de ouro.

O QUE ACONTECE…?

Na asma, há uma quantidade significativa de inflamação nas vias respiratórias e uma constrição dos músculos lisos. Já o BIE é resultado quase exclusivo de contração dos músculos lisos e depende da intensidade (exercícios mais vigorosos aumentam a severidade de uma crise de BIE) e duração do exercício físico realizado (exercícios longos de moderada intensidade também podem provocar episódios de BIE) e pelos contaminantes presentes no ar, bem como sua temperatura e umidade. Dessa forma, alguns fatores que são responsáveis em aumentar a severidade do BIE são: ambiente frio e seco, infecções virais e exposição a ácaros, poeira e outros agentes alérgenos.

VOCÊ NÃO DEVE PARAR SEUS EXERCÍCIOS, PELO CONTRÁRIO

Com tratamento é possível se exercitar normalmente, mas quem não se trata, geralmente, limita as suas atividades desnecessariamente. Não é preciso e nem recomendável que asmáticos ou pessoas que sofrem episódios de BIE parem de realizar exercícios físicos, pelo contrário, os benefícios da atividade física são inúmeros, inclusive nesses casos.

Alguns cuidados devem ser tomados caso aconteça uma crise de BIE:

- diminuir a intensidade e ritmo de exercício;
- estimular a inspiração nasal e a expiração pela boca (respiração diafragmática);
- utilizar a bombinha broncodilatadora.

Após diagnóstico médico o profissional de educação física poderá propor as melhores atividades físicas, adequando intensidade e duração de forma correta. Portanto, se sentir esses sintomas e, principalmente, se tem um prévio histórico de asma ou alergias, procure um médico para o real diagnóstico e tratamento.

Muita atenção aos sintomas desagradáveis durante exercício.


Já são bem difundidos em nosso meio os benefícios que a prática regular dos exercícios físicos promove ao nosso organismo. A atividade física confere uma sensação de bem-estar importante, fazendo com que a pessoa sinta prazer e continue a praticá-lo.
O atleta ou aqueles que praticam atividade física de forma não competitiva podem apresentar sintomas transitórios e esporádicos, comumente de causa muscular. Porém, o aparecimento de alguns sintomas é considerado sinal de alerta e podem indicar a presença de alguma doença cardiovascular mais grave. O atleta deve estar atento, e na presença de quaisquer dos sintomas abaixo listados, é recomendável que procure o seu médico e interrompa imediatamente o exercício físico.
Preste atenção se você apresenta:
  1. Dor no peito (dor torácica): o aparecimento de dor no peito deve ser considerado um sinal de alerta, principalmente se surgir ou aumentar durante o esforço físico. Pode ser de origem muscular, porém diversas doenças cardíacas graves podem ter como primeiro ou principal sintoma a dor torácica. Somente o médico poderá diferenciar entre as diversas causas e concluir se a pessoa poderá ou não continuar a atividade física.                                    
  2. ​Síncope: é a perda transitória da consciência, também chamada de desmaio. Geralmente é súbita, de curta duração, com recuperação espontânea e total da consciência após alguns minutos. Todo atleta que apresentar um desmaio ou sensação de que vai desmaiar deve parar de realizar a atividade física e relatar o sintoma ao seu médico. A principal causa de desmaio é a chamada síncope vasovagal, um tipo benigno de desmaio que ocorre frequentemente quando a pessoa fica muito tempo em pé, em ambientes quentes e sem ventilação, ou quando exposta a momentos de estresse. Um reflexo do organismo é disparado e pode ocorrer queda da pressão e da frequência cardíaca, levando ao desmaio. É uma causa benigna e não impede que o atleta continue a praticar exercício físico, após seguir algumas recomendações preventivas. Porém, algumas doenças cardíacas, como a origem anômala das coronárias, miocardiopatia hipertrófica e a cardiomiopatia arritmogênica do ventrículo direito, podem causar desmaio e, eventualmente, este pode preceder algo mais grave, como uma parada cardiorrespiratória. Nestes casos, o desmaio ocorre geralmente durante a atividade física e pode ou não ser precedido de dor no peito ou palpitações. O diagnóstico correto é muito importante, pois implica em afastamento das competições e tratamento da doença cardíaca.                                                                                                                   
  3. Palpitações ou "batedeira": a palpitação é um sintoma comum e pode ocorrer em função de diversos tipos de arritmias. Uma causa muito comum e benigna de palpitação é a extrassístole, um batimento precoce do átrio ou do ventrículo, antes do tempo habitual, e que pode causar sensação desconfortável ao paciente. Este sintoma tende a piorar em momentos de estresse e ansiedade e, na maioria das vezes, não há necessidade de tratamento ou recomendações especiais para a prática de exercícios físicos. Entretanto, a palpitação é considerada um sinal de alerta, pois talvez seja a única manifestação de doenças cardíacas graves que aumentam o risco de morte súbita. Portanto, em caso de palpitações frequentes, consulte seu médico para prosseguir a investigação.                                      
  4. Falta de ar ou dispneia: muitas vezes este sintoma não é considerado relevante, pois o indivíduo o atribui à falta de condicionamento físico, a um treino mais intenso ou às condições ambientais desfavoráveis. Quando o sintoma é desproporcional ao esforço praticado ou vem acompanhado de chiado no peito, febre, inchaço nas pernas ou pelos outros sinais de alerta descritos acima, o atleta deve reportar o sintoma ao seu médico, pois deverá ser submetido à investigação. São causas de falta de ar: falta de condicionamento físico, asma, doença pulmonar obstrutiva crônica, cardiomiopatia hipertrófica, cardiomiopatia dilatada, angina, infarto e arritmias, entre outros.

    Além dos sintomas descritos acima, a presença de doença cardíaca grave e de morte súbita em familiar com menos de 50 anos de idade devem ser valorizadas e consideradas sinais de alerta, pois podem ser doenças genéticas e transmitidas às demais gerações.

    O indivíduo que pratica atividade física deve sempre estar atento a presença de qualquer sinal de alerta, e este não pode ser minimizado, desprezado ou considerado normal. Deve sim ser valorizado até que o diagnóstico e o tratamento correto sejam realizados.

    Fonte: Dr. Leandro Echenique – cardiologista do Einstein


Por : Professor Especialista Nelson Fonseca CREF 000733 G/TO


FONTE:


                              


quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

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A dores na lombar já afeta 80% de população.A dor lombar é a segunda maior causa de visita de pacientes aos médicos, só perde para a dor de cabeça. O problema atinge mais de 80% da população mundial, segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), e representa prejuízos financeiros para as empresas (é a maior causa de afastamento do trabalho em pessoas com menos de 45 anos), para o governo (em 2012, mais de 116 mil pessoas receberam auxílio-doença por esse motivo) e para os que sofrem com o problema (cansaço, desânimo e até mesmo estágio depressivo).
A lombalgia pode chegar como uma dor intensa. As chamadas dores nas costas podem ser originadas por traumatismos pelo movimento crônico ou momentâneo como carregar peso, torções, posição profissional; doenças reumáticas, envelhecimento, infecção dos discos intervertebrais. É preciso observação, pois o desencadear de ataques repetidos pode levar à espiral de declínio, na qual a pessoa não consegue se levantar por causa da dor, o que enfraquece os músculos e as articulações.




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Eu sou o professor Nelson Fonseca (Nelson Personal), sou graduado em Profissional de Educação Física na Universidade Unirg,e Pós Graduado em Fisiologia do Exercício, Biomecânica e Personal,e Pós graduado em Nutrição Esportiva (Laboro/Estácio).Certificado na metodologia da empresa Gallo Personal Systems Brasil, Especialista em Treinamento para Grupos Especiais (diabéticos,hipertensos,crianças,gestantes e idosos).Certificado em Treinamento Funcional Core 360,e Programa de Emagrecimento P.E.SO (em Palmas-TO) ,e Programa de Emagrecimento saudável e Orientado P.E.SO (Goiânia-GO ).Cursos em Personal Trainer com o Prof e Dr personal das celebridades José Carlos Gallo,e cusos de Atualização em Personal Trainer com prof Dr André Fernandes,Curso de Hipertrofia e de dieta para musculação com os professores e doutores Paulo Gentil e a Nutricionista Arícia Arantes ,e ainda cursos de reabilitação e fortalecimento de Joelho  com o prof e Dr Fernado Fernades e ainda cursos com Fernando Sardinha e Waldemar Guimarães e entre outros cursos,congressos e etc.


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O New Stretch (rolo) pode te auxiliar no seu dia a dia, pois ele permite que você alongue e ajuste as vértebras da coluna com exercícios de alongamento e fortalecimento de uma forma fácil e relaxante. E o melhor é que pode ser utilizado em qualquer lugar!
Não tem contra indicação de idade Crianças, adultos ou idosos que queiram melhorar a postura, aliviar dores lombares, tensões musculares, atrofias, entre outros problemas relacionados à coluna, terão grandes benefícios com essa prática, além de melhorar a disposição para as tarefas do cotidiano e saúde em geral no alívio das tensões e estresse.
CONTRA INDICAÇÕES:
Gestantes: pois nesse período há uma sobrecarga e um desvio natural da coluna;
Pessoas que apresentam deficiência de cálcio avançado (osteoporose);
Cuidados especiais com pós cirúrgicos, principalmente se ocorreu no pescoço, ombro ou coluna.


EQUIPAMENTO GALLO RUBBER SYSTEMS:



Esse equipamento revolucionário foi criado para FISIOTERAPEUTAS, PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA, quem não tem aparelhos de musculação e não tem tempo de ir para academias de ginásticas, indivíduos que precisam melhorar força, hipertrofia, potência, resistência e composição corporal.
Com base na resistência dinâmica progressiva, O Gallo Rubber Systems possui uma fonte de resistência autônoma e independente da gravidade ou de outras formas externas de resistência.
O Gallo Rubber Systems é composto de cinco tensores de borracha , com tensões diferentes, onde o FISIOTERAPEUTA ou o PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA pode fazer combinações de modo a criar uma tensão especifica e amplitudes, diferentes para o músculo ou grupamento muscular que deseja treinar, podendo executar todos os exercícios que são feitos com os aparelhos de musculação.
Devido ao aumento da demanda metabólica e da queima de gordura, associada ao ganho de tecido muscular o Gallo Rubber Systems ajuda a reduzir a gordura corporal mais do qualquer outra atividade.
Professor Especialista Nelson Fonseca CREF 000733 G/TO (Nelson Personal)
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Fonte


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